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O consumo de um alimento geralmente leva a uma diminuição na ingestão subsequente por meio da habituação - uma diminuição na reatividade de uma pessoa ao alimento e na motivação para obtê-lo. Demonstramos que a habituação a um item alimentar pode ocorrer mesmo quando seu consumo é apenas imaginado. Cinco experimentos mostraram que pessoas que imaginaram repetidamente comer um alimento (como queijo) muitas vezes consumiram subsequentemente menos do alimento imaginado do que pessoas que imaginaram comer esse alimento menos vezes, imaginaram comer um alimento diferente (como doces) ou não imaginaram comer um alimento. Elas o fizeram porque desejavam comer menos, não porque o consideravam menos palatável. Esses resultados sugerem que a representação mental por si só pode engendrar habituação a um estímulo.
Morewedge et al. (qui,) estudaram essa questão.