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Com os avanços na gestão obstétrica e perinatal, a incidência de hemorragia intraventricular em bebês prematuros diminuiu, enquanto a leucomalácia periventricular continua a ser uma preocupação significativa. Agora se sabe que a lesão cerebral em crianças nascidas prematuras também envolve a doença neuronal-axonal em estruturas supratentoriais e infratentoriais. O cérebro em desenvolvimento é especialmente vulnerável à lesão da substância branca (SB) entre 23 e 34 semanas de gestação, quando os vasos sanguíneos que servem a SB periventricular são imaturos. Os progenitores oligodendrocitários, que estão começando a formar mielina durante esse período, são suscetíveis a ataques de radicais livres de oxigênio, glutamato e citoquinas inflamatórias. Avanços em técnicas de imagem como a imagem por tensor de difusão fornecem uma visão mais completa da localização e extensão da lesão. O manejo eficaz de crianças nascidas prematuras com paralisia cerebral é baseado na compreensão das ligações sequenciais desde os antecedentes etiológicos até a neuropatologia cerebral, conforme revelado por técnicas de neuroimagem, até os fenótipo clínicos, visando intervenções focadas com resultados mensuráveis.
Hoon et al. (Sex,) estudaram essa questão.
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