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No nordeste dos Estados Unidos, o controle dos vetores do vírus do Oeste do Nilo (WNV) tem sido desordenado devido à falta de conhecimento preciso sobre os papéis que diferentes mosquitos desempenham na transmissão do WNV. Analisamos o risco representado por 10 espécies de mosquitos na transmissão do WNV para humanos, utilizando uma nova medida de avaliação de risco que combina informações sobre a abundância, prevalência de infecção, competência vetorial e comportamento de picada dos vetores. Esta análise sugere que 2 espécies (Culex pipiens L. e Cx. restuans Theobald Diptera: Cilicidae) que não haviam sido previamente consideradas importantes na transmissão do WNV para humanos podem ser responsáveis por até 80% das infecções humanas por WNV nesta região. Esta descoberta sugere que os esforços de controle devem ser focados nessas espécies, o que pode reduzir os efeitos sobre organismos não-alvo em ambientes úmidos. Nossa medida de risco tem ampla aplicabilidade em outras regiões e doenças e pode ser adaptada para uso como uma ferramenta preditiva de futuras infecções humanas por WNV.
Kilpatrick et al. (Ter,) estudaram esta questão.
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