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Este artigo introduz uma nova teoria, a Teoria Afectiva-Reflectiva (ART) da inatividade física e do exercício. A ART tem como objetivo explicar e prever comportamentos em situações nas quais as pessoas permanecem em um estado de inatividade física ou iniciam ação (exercício). É um modelo de processo duplo e assume que estímulos relacionados ao exercício desencadeiam associações automáticas e uma valoração afetiva automática resultante do exercício (processo do tipo 1). A valoração afetiva automática forma a base para a avaliação reflexiva (processo do tipo 2), que pode seguir se recursos de autocontrole estiverem disponíveis. A valoração afetiva automática está conectada com um impulso de ação, enquanto a avaliação reflexiva pode resultar em planos de ação. Os dois processos, em constante interação, direcionam o indivíduo para ou para longe da mudança de comportamento. A ART da inatividade física e exercício prevê que, quando há uma discrepância afetivo-reflexiva e os recursos de autocontrole são baixos, o comportamento é mais propenso a ser governado pelo processo afetivo do tipo 1. Este artigo introdutório explica os conceitos subjacentes e as principais raízes teóricas das quais a ART da inatividade física e exercício foi desenvolvida (teoria de campo, respostas afetivas ao exercício, avaliação automática, vínculo avaliação-comportamento, teorização de processos duplos). Também resumimos os testes empíricos que foram conduzidos para refinar a teoria em sua forma atual.
Brand et al. (Terça,) estudaram esta questão.
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