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Os falantes podem adotar um estilo de fala que permite que sejam compreendidos mais facilmente em situações comunicativas difíceis, mas poucos estudos examinaram as propriedades acústicas das consoantes produzidas claramente em detalhes. Este estudo tenta caracterizar as adaptações na produção clara dos fricativos do inglês americano em uma gama cuidadosamente controlada de situações de comunicação. Dez falantes do sexo feminino e dez do sexo masculino produziram fricativos em contextos de vogal-fricativo-vogal, tanto em um estilo conversacional quanto em um estilo claro que foi elicidado por meio de erros de reconhecimento simulados no feedback recebido de um programa de computador interativo. Medidas acústicas foram tomadas para propriedades espectrais, amplitude e temporais conhecidas por influenciarem o reconhecimento de fricativos. Os resultados ilustram que (1) houve efeitos consistentes de estilo geral, vários dos quais (duração da consoante, frequência do pico espectral e momentos espectrais) foram consistentes com descobertas anteriores e alguns (notavelmente a razão de intensidade consoante para vogal) não foram; (2) modificações acústicas específicas nas produções claras de fricativos foram influenciadas pela natureza dos erros de reconhecimento que motivaram as produções e foram consistentes com esforços para enfatizar contrastes potencialmente mal percebidos, tanto dentro do inventário de fricativos em inglês quanto com base no feedback do ouvinte simulado; e (3) os falantes diferiram amplamente nos tipos e na magnitude de todas as modificações.
Maniwa et al. (Mon,) estudaram essa questão.