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Os autores argumentam contra uma definição puramente comportamental do elogio como reforço verbal, em favor da visão de que o elogio pode servir para minar, aumentar ou não ter efeito na motivação intrínseca das crianças, dependendo de um conjunto de variáveis conceituais. Desde que o elogio seja percebido como sincero, ele é particularmente benéfico para a motivação quando incentiva atribuições de desempenho a causas controláveis, promove a autonomia, aumenta a competência sem depender excessivamente de comparações sociais e transmite padrões e expectativas alcançáveis. As consequências motivacionais do elogio também podem ser moderadas por características do receptor, como idade, gênero e cultura. Considerações metodológicas, como incluir grupos de controle apropriados e medir os resultados pós-fracasso, são enfatizadas, e direções para futuras pesquisas são destacadas.
Henderlong et al. (Terça,) estudaram essa questão.
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