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A morte é o destino inevitável de todos os organismos vivos, seja em nível individual ou celular. Por muito tempo, acreditava-se que a morte celular era um resultado final indesejável, mas inevitável, de células não funcionais, uma vez que a inflamação era inevitavelmente desencadeada em resposta ao dano. No entanto, evidências experimentais acumuladas nas últimas décadas revelaram diferentes tipos de morte celular que são geneticamente programadas para eliminar células desnecessárias ou severamente danificadas que podem prejudicar os tecidos circundantes. Vários tipos de morte celular, incluindo apoptose, necrose, morte celular autofágica e morte celular lisossomal, que são classificados como morte celular programada, e piroptose, necroptose e NETose, que são classificados como morte celular inflamatória, foram descritos ao longo dos anos. Recentemente, várias formas novas de morte celular, nomeadamente, mitoptose, paraptose, morte celular imunogênica, entose, methuose, parthanato, ferroptose, autose, alcaliptose, oxeiptose, cuproptose e erebose, foram descobertas e avançaram nossa compreensão da morte celular e sua complexidade. Nesta revisão, fornecemos uma visão histórica da descoberta e caracterização de diferentes formas de morte celular e destacamos sua diversidade e complexidade. Também discutimos brevemente os mecanismos regulatórios subjacentes a cada tipo de morte celular e as implicações da morte celular em vários contextos fisiológicos e patológicos. Esta revisão fornece uma compreensão abrangente de diferentes mecanismos de morte celular que podem ser aproveitados para desenvolver novas estratégias terapêuticas para várias doenças.
Park et al. (Wed,) estudaram esta questão.
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