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O consumo tradicional de insetos comestíveis é comum em um terço da população mundial, principalmente na América Latina, África e Ásia. Existem mais de mil espécies identificadas de insetos consumidos em algum estágio de seu ciclo de vida; e eles desempenham papéis importantes na garantia da segurança alimentar. A maneira mais comum de coletar insetos é na natureza, que é sazonal com disponibilidade limitada e tem uma demanda crescente que resulta em uma interrupção do ecossistema. Há um interesse crescente em criar insetos para fins comerciais, e será necessária uma produção em escala industrial para garantir suprimentos constantes. A produção industrial precisará considerar o ambiente de vida dos insetos, a composição nutricional de sua ração e a eficiência geral do sistema de produção. Fornecemos uma visão geral sobre o consumo e a criação de insetos na África, Ásia e Europa. Para a África, é apresentada uma visão instantânea da Nigéria, Gana, República Centro-Africana, Quênia e Uganda, enquanto os seguintes países são relatados para a Ásia: China, Japão, República Democrática Popular do Laos, Tailândia e Vietnã. Além disso, é fornecida uma lista de espécies de insetos com maior potencial para alimento e ração na União Europeia, com alguma referência aos Países Baixos e à Finlândia. A revisão conclui que é necessário entender melhor os procedimentos de criação e cultivo que resultarão em insetos comestíveis de alta qualidade na África, Ásia e Europa.
Raheem et al. (Thu,) estudaram esta questão.
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