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A evasão fiscal corporativa tem sido uma questão de considerável atenção pública, particularmente desde a crise financeira global de 2008. A natureza dos apelos por reforma fiscal e maior regulamentação, defendida principalmente por ativistas fiscais e ONGs, gira em torno da transparência como um possível corretivo para a evasão fiscal inaceitável, embora não haja consenso sobre o que o termo evasão fiscal abrange e quando se torna inaceitável. Examinamos duas respostas aos apelos por maior transparência sobre os assuntos fiscais de entidades multinacionais: primeiro, a contabilidade país a país que fornece informações às autoridades fiscais, e segundo, a exigência do Reino Unido para publicação de estratégias fiscais, pela qual grandes empresas disponibilizam informações ao domínio público. Encontramos considerável mal-entendido sobre os benefícios da transparência neste contexto. Ao não considerar os limites das iniciativas de transparência, existe o risco de consequências disfuncionais, por exemplo, custos adicionais para fornecer e processar informações adicionais, a perspectiva de disputas aumentadas à medida que novas informações geram novas interpretações errôneas e incerteza na determinação da posição fiscal final. Há um risco de que uma maior divulgação não enderece efetivamente as preocupações sobre a evasão fiscal corporativa inaceitável.
Oats et al. (Sat,) estudaram esta questão.
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