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Ouvintes com deficiência auditiva com configurações audiométricas semelhantes frequentemente demonstram habilidades variadas para entender a fala na presença de ruído e/ou reverberação. Até o momento, no entanto, não está claro quais mecanismos auditivos são responsáveis por esses déficits perceptuais. Essa falta de informação é lamentável, já que a suscetibilidade individual ao ruído e à reverberação pode explicar por que ouvintes com deficiência auditiva recebem diferentes graus de benefício de estratégias de reabilitação. A discussão presente examinará: (1) a suscetibilidade individual ao reconhecimento de fala em relação ao ruído e à reverberação em ouvintes com deficiência auditiva e (2) hipóteses auditivas e cognitivas para explicar as diferenças individuais no desempenho de reconhecimento de fala. As implicações teóricas e clínicas para os procedimentos de seleção de aparelhos auditivos serão discutidas.
Carl C. Crandell (Sun,) estudou essa questão.