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A tomada de risco voluntária é uma atividade que atrai um número considerável de pessoas na sociedade americana, mas tem sido amplamente ignorada pelos sociólogos. Uma revisão da literatura é apresentada, apontando uma série de deficiências nos estudos existentes, a maioria das quais está associada ao reducionismo psicológico que predomina nesta área de estudo. Um esforço é feito para fornecer uma explicação sociológica da tomada de risco voluntária, introduzindo (1) um novo conceito classificatório - edgework - baseado em numerosos temas emergentes de dados primários e secundários sobre tomada de risco e (2) explicando o edgework em termos da nova perspectiva psicossocial que surge da síntese dos frameworks marxiano e meadiano. O conceito de edgework destaca as características mais relevantes sociologicamente da tomada de risco voluntária, enquanto as conexões entre vários aspectos do comportamento de tomada de risco e as características estruturais da sociedade americana moderna, tanto nos níveis micro quanto macro. Essa abordagem conecta fatores como variáveis político-econômicas, em uma extremidade do continuum, e sensações e sentimentos individuais, na outra extremidade.
Stephen Lyng (Mon,) estudou essa questão.
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