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A sífilis é uma infecção multissistêmica causada pelo espiroqueta Treponema pallidum. Atualmente, casos de sífilis possível são comumente investigados utilizando os testes sorológicos treponemais T. pallidum IgG quimioluminescência imunoteste (CLIA) e a aglutinação de partículas T. pallidum (TPPA). O teste de floculação rápido de reagina plasmática não treponemal (RPR) é utilizado para avaliar a atividade da doença. Houve um ressurgimento dos diagnósticos de sífilis na Austrália. Grandes focos de infecção foram identificados em comunidades isoladas. O isolamento desses locais, juntamente com as características socioculturais particulares da população, apresenta desafios únicos para os paradigmas tradicionais de diagnóstico e tratamento da sífilis. Como consequência desse aumento da incidência de sífilis, há um interesse na utilidade de testes no local de atendimento (POCTs), testes de amplificação de ácidos nucleicos (NAATs), o papel do teste de IgM em sífilis congênita suspeita, e a investigação laboratorial de possível neurossífilis. Esta revisão analisa o estado atual dos testes sorológicos tradicionais e fornece uma atualização sobre métodos mais recentes. Avalia a literatura publicada nesta área e faz recomendações para o uso racional de testes de patologia para auxiliar no diagnóstico das diversas facetas da sífilis.
Satyaputra et al. (Fri,) estudaram essa questão.
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