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Existem conexões bem estabelecidas entre a inflamação aguda e a reparação bem-sucedida de tecidos ao longo da evolução. As reações da imunidade inata contribuem significativamente para a eliminação de patógenos e a ativação de eventos reparativos subsequentes. Uma rede de reguladores moleculares e celulares apoia funções antimicrobianas e de reparo de tecidos durante todo o processo de cicatrização. Um delicado equilíbrio deve ser alcançado entre proteção e o potencial de dano colateral aos tecidos associado à inflamação manifesta. Nesta revisão, resumimos as contribuições de componentes celulares e moleculares-chave para o processo inflamatório agudo e a transição eficaz e oportuna para a ativação dos mecanismos de reparo tecidual. Discutimos ainda como a interrupção das respostas inflamatórias resulta, em última análise, em lesões crônicas não cicatrizantes.
Soliman et al. (Sex,) estudaram esta questão.