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Atualmente, as pequenas e médias empresas (PMEs) desempenham um papel de destaque na maioria das economias do mundo. Por essa razão, buscam competitividade tecnológica e melhoria em suas atividades de inovação. Nesse contexto, a inovação aberta e a eco-inovação são elementos importantes para alcançar esses objetivos. Com esse cenário, o propósito deste artigo é analisar a relação entre capacidade tecnológica, inovação aberta e eco-inovação no desempenho corporativo, testando um modelo de equação estrutural usando o SmartPLS em uma amostra de 684 pequenas e médias empresas no México. Os principais resultados mostram que a capacidade tecnológica influencia significativamente as práticas de inovação aberta e eco-inovação, não diretamente no desempenho corporativo, mas através da inovação aberta ou eco-inovação. Nossos resultados também confirmam os efeitos positivos que a eco-inovação e a inovação aberta têm no desempenho corporativo das PMEs. Esses resultados têm implicações importantes na literatura sobre capacidades dinâmicas que não foram testadas anteriormente. Para empresas e tomadores de decisão, mostra por que essas práticas em pequenas e médias empresas devem ser incentivadas.
Valdez-Juárez et al. (Qua,) estudaram essa questão.