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Argumentamos que os estudos críticos de gestão (ECG) devem ser conceptualizados como um projeto profundamente performativo. A tarefa central dos ECG deve ser intervir ativamente e pragmaticamente em debates específicos sobre gestão e encorajar formas progressivas de gestão. Isso envolve que os ECG se tornem afirmativos, solidários, pragmáticos, focados no potencial e normativos. Para fazer isso, sugerimos uma variedade de táticas, incluindo afirmar a ambiguidade, trabalhar com mistérios, ação comunicativa aplicada, explorar heterotopias e engajar micro-emancipações.
Spicer et al. (Qui,) estudaram essa questão.
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