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Neste estudo, os autores examinaram a relação entre o prazer do professor e do aluno. Com base em abordagens socio-cognitivas sobre emoções, eles hipotetizaram (a) que o prazer do professor e o prazer do aluno nas salas de aula estão positivamente ligados e (b) que o entusiasmo do professor medeia a relação entre o prazer do professor e o prazer do aluno. O prazer autodeclarado nas aulas de matemática foi disponibilizado por 1.542 alunos de 71 salas de aula em 2 momentos (7ª e 8ª séries). No Tempo 2, os relatos dos professores de matemática sobre seu prazer ao ensinar estavam disponíveis (N = 71), assim como as avaliações dos alunos sobre o entusiasmo do professor. Os achados estavam alinhados com as expectativas teóricas. A modelagem de equações estruturais multinível mostrou que o prazer do professor e do aluno estavam positivamente relacionados, mesmo quando os autores ajustaram para os níveis anteriores de prazer em matemática dos alunos, e que o efeito do prazer do professor sobre o prazer do aluno foi mediado pelo entusiasmo do professor. A discussão centra-se nas implicações práticas para interações afetivas na sala de aula.
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Anne C. Frenzel
Ludwig-Maximilians-Universität München
Thomas Goetz
Department of Education
Oliver Lüdtke
Leibniz Institute for Science and Mathematics Education
Journal of Educational Psychology
Max Planck Society
Ludwig-Maximilians-Universität München
University of Konstanz
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Frenzel et al. (Mon,) estudaram esta questão.
synapsesocial.com/papers/69d978e40d540cafc58358da — DOI: https://doi.org/10.1037/a0014695
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