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Resumo O albedo planetário é dividido em um componente devido à reflexão atmosférica e um componente devido à reflexão da superfície, utilizando fluxos de onda curta na superfície e no topo da atmosfera, em conjunto com um modelo simples de radiação. A vasta maioria do albedo planetário médio global observado (88%) é devido à reflexão atmosférica. A reflexão da superfície faz uma contribuição relativamente pequena para o albedo planetário porque a atmosfera atenua a contribuição da superfície para o albedo planetário em um fator de aproximadamente 3. O albedo planetário médio global na média do conjunto da fase 3 do Projeto de Comparação de Modelos Acoplados (CMIP3) das simulações pré-industriais é também principalmente (87%) devido ao albedo atmosférico. A variação entre os modelos no albedo planetário é relativamente grande e é predominantemente consequência das diferenças entre os modelos no albedo atmosférico, com os processos de superfície desempenhando um papel muito menor, apesar das diferenças significativas entre os modelos no albedo da superfície. Os modelos do CMIP3 mostram uma diminuição no albedo planetário sob a duplicação do dióxido de carbono — também principalmente devido às mudanças na reflexão atmosférica (o que explica mais de 90% da variação entre os modelos). Todos os modelos mostram uma diminuição no albedo planetário devido ao albedo da superfície reduzido associado à contração da criosfera em um mundo mais quente, mas esse efeito é pequeno em comparação com a variação no albedo planetário devido a diferenças nos modelos na mudança das nuvens.
Donohoe et al. (Qui,) estudaram esta questão.
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