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As questões levantadas no artigo são se e em que medida a situação de emprego entre imigrantes recentes de países terceiros difere entre os países da União Europeia e como isso se relaciona com as características do mercado de trabalho desses países. Os dados da Pesquisa Europeia sobre Força de Trabalho da década de 1990 são utilizados para desentrelaçar os papéis que as características individuais dos imigrantes, por um lado, e as características estruturais das sociedades receptoras, por outro, desempenham no processo de integração dos imigrantes no mercado de trabalho. Os resultados das análises de regressão multinível confirmam que, em países receptores com maior demanda por mão de obra de baixa qualificação, imigrantes menos privilegiados enfrentam menos desvantagens na entrada no emprego. Entre os homens, as desvantagens de emprego dos imigrantes são encontradas como sendo inferiores em estados de bem-estar liberal, marcados por seus mercados de trabalho flexíveis.
Irena Kogan (Sex,) estudou esta questão.
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