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O papel do ruído como poluente ambiental e seu impacto na saúde estão sendo cada vez mais reconhecidos. Além de seus efeitos no sistema auditivo, o ruído causa incômodo e perturba o sono, além de prejudicar o desempenho cognitivo. Além disso, evidências de estudos epidemiológicos demonstram que o ruído ambiental está associado a um aumento na incidência de hipertensão arterial, infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral. Tanto estudos observacionais quanto experimentais indicam que, em particular, o ruído noturno pode causar interrupções na estrutura do sono, excitações vegetativas (por exemplo, aumentos da pressão arterial e da frequência cardíaca) e elevações nos níveis de hormônios do estresse e estresse oxidativo, o que pode resultar em disfunção endotelial e hipertensão arterial. Esta revisão foca nas consequências cardiovasculares da exposição a ruídos ambientais e destaca a importância de estratégias de mitigação do ruído para a saúde pública.
Münzel et al. (Sun,) estudaram essa questão.