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As barreiras para a avaliação e tratamento da obesidade pelos profissionais de saúde incluem a falta de conscientização sobre a obesidade como um fator de risco independente para morbidade e mortalidade e a formação inadequada na gestão médica da obesidade. No entanto, o aumento do risco de distúrbios médicos e consequências emocionais associadas à obesidade torna o transtorno uma prioridade para os médicos avaliá-lo e tratá-lo. Pesquisadores em obesidade publicaram e promoveram o uso de diretrizes práticas baseadas em evidências para educar os médicos sobre a melhor forma de abordar a obesidade como um transtorno médico. As diretrizes apoiam a classificação e avaliação da obesidade como um componente importante do cuidado médico do paciente. A avaliação começa com a classificação pelo índice de massa corporal (IMC), com sobrepeso e obesidade definidos como um IMC de 25 e 30 kg/m², respectivamente. Pacientes com combinações de alto risco de IMC, circunferência da cintura e fatores de risco cardiovascular específicos devem iniciar um programa de emagrecimento se não houver contraindicações. A avaliação adequada também inclui a avaliação de fatores complicadores da obesidade, como apneia do sono e diabetes tipo 2, fatores psicossociais e o uso de medicamentos que podem contribuir para a obesidade. Atenção especial deve ser dada a elementos do exame físico que muitas vezes são realizados incorretamente em pacientes obesos, como exames pélvicos. Coletar essas informações permitirá que o clínico adapte um programa de emagrecimento para cada paciente individualmente. Embora este represente o componente mais desafiador do cuidado em obesidade, recursos estão disponíveis para guiar o clínico.
Louis J. Aronne (Sun,) estudou essa questão.