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Como as pessoas com deficiência se reúnem e compartilham experiências comuns é empiricamente uma questão pouco abordada nas discussões sobre identidade e unidade da deficiência. Entre as pessoas surdas, existe uma longa tradição de encontros em contextos transnacionais. Com base em um trabalho de campo intensivo em vários eventos transnacionais, o artigo apresenta alguns exemplos de como as pessoas surdas negociam posições sociais como surdos que valorizam a diferença. Elas se reúnem como uma comunidade de comunicadores, marcada por uma identificação fundada na troca de suas línguas, histórias comuns e por fortes semelhanças em termos de cultura e de se sentirem oprimidas pela sociedade ouvinte. As negociações identitárias que ocorrem nesses locais de encontro revelam-se relevantes para as pessoas com deficiência na forma como exploram questões urgentes, como acessibilidade e perspectivas conflitantes sobre o que uma deficiência deve significar na vida das pessoas afetadas pela deficiência.
Solvang et al. (Quarta-feira) estudiaram esta questão.