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Na gestão da doença de Crohn, um tratamento agressivo e mais precoce está se tornando aceito como uma estratégia para prevenir ou retardar a progressão para danos intestinais irreversíveis. No entanto, ainda não está claro se esse mesmo conceito deve ser aplicado à colite ulcerativa. Assim, revisamos aqui as consequências estruturais e funcionais a longo prazo desta última doença. A progressão da doença na colite ulcerativa assume seis formas principais: extensão proximal, estrangulamento, pseudopolipose, dismotilidade, disfunção anorectal e permeabilidade prejudicada. A incidência precisa dessas complicações e a capacidade do tratamento anterior, mais agressivo, de preveni-las ainda devem ser determinadas.
Torres et al. (Sun,) estudaram essa questão.