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Nos últimos dez anos, educadores radicais desenvolveram várias teorias em torno das noções de reprodução e resistência. Neste artigo, Henry Giroux analisa criticamente as principais posições dessas teorias, considerando-as inadequadas como base para uma ciência crítica da escolarização. Ele conclui esboçando as direções para uma nova teoria de resistência e escolarização que contém uma compreensão de como poder, resistência e agência humana podem se tornar elementos centrais na luta por justiça social nas escolas e na sociedade.
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Harvard Educational Review
Miami University
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Henry A. Giroux (Qui,) estudou esta questão.