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A participação em atividades cotidianas é considerada uma parte vital do desenvolvimento infantil, relacionada à qualidade de vida e aos resultados futuros da vida. Estudos de pesquisa indicam que crianças com deficiências estão em risco de menor participação em atividades comuns em casa e na comunidade. Este artigo apresenta um modelo conceitual de 11 fatores ambientais, familiares e infantis que se acredita influenciar a participação das crianças em atividades de recreação e lazer. O artigo descreve as evidências existentes sobre a influência desses fatores uns sobre os outros e sobre a participação das crianças. A revisão abrange quatro corpos de literatura: a participação de crianças ou adultos com deficiências, o risco e a resiliência de crianças enfrentando adversidades, os determinantes de atividades de lazer e recreação, e os fatores que influenciam a atividade física e o exercício. O modelo proposto é esperado como uma ferramenta útil para orientar futuras pesquisas e para desenvolver políticas e programas para crianças com deficiências e suas famílias.
King et al. (Quarta-feira) estudaram essa questão.