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RESUMO A maioria das plantações florestais comerciais foi desenvolvida em grande escala, por governos e corporações. A silvicultura de pequenos produtores (incluindo áreas florestais em propriedades e agroflorestas) tem sido vista como uma anomalia que requer esquemas especiais de assistência governamental e subsídios. Este artigo argumenta que a agrofloresta é uma atividade econômica bastante normal e comum para pequenos agricultores e investidores, onde quer que condições específicas sejam atendidas e obstáculos não sejam colocados no caminho. O artigo é baseado na experiência pessoal do autor e observações em muitos países em desenvolvimento da Ásia e da África, bem como na Austrália, América do Norte e Europa, ao longo dos últimos trinta anos. Essas observações cobrem mais de 20 contextos nos quais a silvicultura em propriedades prosperou e mais de 40 onde falhou ou não foi testada. Ao refletir sobre essa experiência diversificada, o autor tentou identificar algumas 'regras gerais' e as precondições para o sucesso, para que os esforços de pesquisa e desenvolvimento ou intervenções políticas possam ser focados na eliminação dos principais impedimentos e desincentivos. Muitos dos 'esquemas de assistência' anteriores para a silvicultura de pequenos produtores foram ineficazes porque adotaram uma visão muito parcial ou imprecisa da tomada de decisão dos pequenos produtores, que não conseguiu reconhecer explicitamente as interconexões entre produção, mercados e políticas.
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Neil Byron
University of Canberra
Forests Trees and Livelihoods
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Neil Byron (Mon,) estudou essa questão.
synapsesocial.com/papers/69da201c9a6164e50fa3dca0 — DOI: https://doi.org/10.1080/14728028.2001.9752396
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