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A fotociência, com aplicações significativas em eventos naturais e feitos pelo homem, como fotossíntese, visão, fotolitografia, terapia fotodinâmica, etc., ainda não se tornou uma ferramenta comum durante a síntese de pequenas moléculas em laboratório. Entre outras razões, a incapacidade de influenciar reações fotoquímicas com temperatura, solvente, aditivos, etc., desincentiva os químicos a empregar reações iniciadas por luz como uma ferramenta sintética rotineira. Esta revisão destaca como estruturas diversas e altamente organizadas, como cristais sem solvente e assembleias host-convidado solúveis em água, podem ser empregadas para controlar e manipular fotoreações e, assim, servir como uma ferramenta eficiente para químicos, incluindo aqueles interessados em síntese. A eficácia dos meios em modificar o comportamento em estado excitado de moléculas orgânicas é ilustrada com a fotocicloadição em geral e a fotocicloadição 2 + 2 em particular, reações amplamente empregadas na síntese de produtos naturais complexos, bem como de moléculas altamente restritas, como exemplos. Os meios de reação, altamente pertinentes no contexto da química verde sustentável, incluem cristais e sólidos sem solvente, como sílica, argila e zeólita, e hospedeiros solúveis em água que podem solubilizar e pré-organizar reagentes hidrofóbicos em água. Dado que nenhum outro reagente seria mais sustentável do que a luz e nenhum outro meio mais ecológico do que a água, acreditamos que a fotociência supramolecular aqui exposta terá um papel importante como uma ferramenta sintética no futuro.
Ramamurthy et al. (qui,) estudaram essa questão.
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