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Resumo Os profissionais de saúde desempenham um papel vital na identificação e apoio a pessoas autistas. Este estudo revisou sistematicamente pesquisas empíricas examinando o conhecimento, a autoeficácia e as atitudes dos profissionais de saúde em relação ao trabalho com pessoas autistas. Trinta e cinco estudos foram incluídos. Os estudos incluídos amostraram uma variedade de países e formações profissionais. Uma ferramenta de avaliação de qualidade modificada descobriu que a qualidade dos estudos incluídos era moderadamente boa. A síntese narrativa indicou que os profissionais de saúde relatam níveis apenas moderados de conhecimento sobre autismo e autoeficácia, e muitas vezes carecem de treinamento. A variação dentro e entre países e formações profissionais não foi explicada por fatores demográficos. As evidências revisadas sugerem que o conhecimento e a autoeficácia limitados dos profissionais de saúde ao trabalhar com pessoas autistas são um desafio para a prestação de cuidados de saúde a indivíduos autistas.
Corden et al. (Sex,) estudaram essa questão.
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