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Resumo: As efusões pleurais recorrentes podem apresentar um desafio significativo para os pacientes, causando sintomas respiratórios e prejudicando a qualidade de vida. Embora a toracocentese em série possa ser considerada, a necessidade repetida de procedimentos pode aumentar a utilização de serviços de saúde e os custos. Os pacientes também costumam expressar interesse em uma intervenção mais duradoura para limitar o número de procedimentos que devem realizar e evitar o transtorno de ter que retornar a uma unidade de saúde. Estratégias de manejo definitivas têm, portanto, sido investigadas ao longo dos anos para mitigar esses problemas. Estas podem incluir a colocação de um cateter pleural permanente (IPC) assim como pleurodese química e cirúrgica/toracoscópica. Outras terapias também podem ser consideradas dependendo da etiologia subjacente da efusão. A malignidade é uma etiologia comum para a efusão pleural recorrente e grande parte dos dados sobre essas intervenções definitivas provém dessa população. No entanto, tem havido um aumento do interesse em usar estratégias semelhantes para gerenciar efusões não malignas também. Em última análise, o manejo de uma efusão pleural recorrente requer uma avaliação clínica/cuidadosa do paciente, juntamente com uma revisão dos valores, interesses e objetivos do paciente. Uma abordagem definitiva deve considerar a etiologia subjacente, em particular se é maligna ou não maligna. Esta revisão da prática clínica discute as diferentes estratégias para o manejo definitivo tanto de efusões pleurais recorrentes malignas quanto não malignas.
Ajmani et al. (Ter,) estudaram esta questão.