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Refugiados bósnios que permaneceram na região continuaram a apresentar transtornos psiquiátricos e deficiência 3 anos após a avaliação inicial. O isolamento social, o sexo masculino e a idade mais avançada estavam associados à mortalidade. Refugiados mais saudáveis e mais bem educados eram mais propensos a emigrar. Pesquisas adicionais são necessárias para entender as associações entre depressão, status de emigração e mortalidade ao longo do tempo.
Richard F. Mollica (2001) estudou essa questão.