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Avanços recentes em nanotecnologia sugerem que nanopartículas de óxido metálico (NPs) devem ser utilizadas em vários campos, desde catálise e materiais optoeletrônicos até sensores, remediação ambiental e biomedicina. No entanto, o uso crescente de NPs levou ao seu lançamento no ambiente e a toxicidade das NPs de óxido metálico em organismos se tornou uma preocupação tanto para o público quanto para os cientistas. Infelizmente, ainda existem controvérsias e ambiguidades generalizadas em relação aos efeitos tóxicos e mecanismos das NPs de óxido metálico. Uma compreensão abrangente de seu efeito tóxico é necessária para expandir seu uso de forma segura. Nesta revisão, usamos NPs de CuO e ZnO como exemplos para discutir como fatores-chave como tamanho, características da superfície, dissolução e rotas de exposição mediam os efeitos tóxicos, e descrevemos os mecanismos correspondentes, incluindo estresse oxidativo, efeitos de coordenação e efeitos não homeostáticos.
Chang et al. (Qui,) estudaram essa questão.