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Embora a identidade tenha se tornado uma preocupação excessiva das pessoas na vida cotidiana, sua centralidade na aprendizagem e educação crítica em gestão às vezes foi ignorada. Neste ensaio, exploramos os pontos fortes e limitações, mas também o descaso pela análise de Mead e a identidade no desenvolvimento de uma pedagogia que facilite a aprendizagem crítica em gestão. A partir de uma sociologia do conhecimento, traçamos esse descaso a pesquisas anteriores onde, com uma crítica de inspiração marxiana limitada, tendia-se a evitar uma preocupação com os processos de auto-formação dos sujeitos. Argumentamos que as ideias de Mead sobre reflexividade e indeterminação são centrais para aprender a pensar de forma diferente, que é o parâmetro para o ensino a partir de uma perspectiva crítica. Baseando-se em Foucault, teorizamos o trabalho de identidade no contexto das relações de conhecimento de maneiras que nos ajudam a transformar nossa pedagogia. No geral, buscamos desafiar não apenas nossos alunos, mas também a nós mesmos ao refletir sobre o trabalho de identidade para facilitar o pensamento e a sensação de forma diferente no ensino e na aprendizagem.
Huber et al. (Sex,) estudaram esta questão.