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O câncer pancreático é a quarta principal causa de morte relacionada ao câncer. A dificuldade em detectar o câncer pancreático em estágio inicial, a agressividade e a falta de terapia eficaz contribuem para a alta mortalidade. O receptor do fator de crescimento epidermal (EGFR) é uma glicoproteína transmembranar, expressa em tecidos humanos normais. É um membro da família de receptores de fatores de crescimento com atividade de tirosina quinase e é codificado por proto-oncogenes. Vários estudos demonstraram que o EGFR está superexpresso no câncer pancreático. A superexpressão correlaciona-se com doenças mais avançadas, baixa sobrevida e a presença de metástases. Portanto, a inibição da via de sinalização do EGFR é um alvo terapêutico atraente. Embora várias combinações de inibidores do EGFR com quimioterapia demonstrem inibição da angiogênese induzida por tumor, apoptose de células tumorais e regressão em modelos de xenotransplante, esses benefícios ainda precisam ser confirmados. O tratamento multimodal incorporando inibição do EGFR está surgindo como uma nova estratégia no tratamento do câncer pancreático.
Oliveira‐Cunha et al. (Qui,) estudaram essa questão.