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A discriminação de sons de fala sintética foi estudada em bebês de 1 e 4 meses. Os sons de fala variaram ao longo de uma dimensão acústica previamente mostrada para indicar distinções fonêmicas entre as consoantes paradas sonoras e surdas em adultos. A discriminabilidade foi medida por um aumento na taxa de resposta condicionada a um segundo som de fala após a habitu ação ao primeiro som de fala. A recuperação da habitu ação foi maior para uma determinada diferença acústica quando os dois estímulos eram de diferentes categorias fonêmicas adultas do que quando eram da mesma categoria. A descontinuidade na discriminação na região da fronteira fonêmica adulta foi considerada como evidência de percepção categórica.
Eimas et al. (Fri,) estudaram essa questão.
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