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Resumo A ação antibacteriana do hidrolutamato de quitosano (CH), lactato de quitosano (CL) e quitosano derivado de micélio fúngico foi examinada contra bactérias gram-negativas e gram-positivas. As contagens em placas indicaram taxas de inativação de um a cinco ciclos log dentro de uma hora. O quitosano fúngico teve efeito antibiótico significativamente menor do que CH e CL. A ação antibacteriana de CH e CL foi muito semelhante e mostrou ser dependente da concentração, com 0,1 mg/mL sendo mais eficaz do que 2,0 e 5,0 mg/mL. Quando CH (ou CL) e poligalacturonato foram adicionados a suspensões celulares, a morte foi evitada, possivelmente indicando que o quitosano complexo com poligalacturonato não conseguiu penetrar na célula ou desestabilizar a membrana. O vazamento de componentes intracelulares causado pelo quitosano foi determinado ao expor Escherichia coli induzida por lactose ao quitosano, com ensaio para atividade de ß-galactosidase indicando que a permeabilização celular ocorreu mais extensivamente em baixas concentrações de quitosano. O exame microscópico mostrou que o quitosano causou aglutinação celular a pH 5,8. Lesões em Staphylococcus aureus MF-31 exposto ao quitosano não puderam ser demonstradas usando o critério de que células estressadas subletais têm maior sensibilidade a altos níveis de cloreto de sódio.
Sudarshan et al. (Qua,) estudaram essa questão.
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