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Pesquisadores têm voltado sua atenção, cada vez mais, de indivíduos mais jovens que mantêm estereótipos de idade para indivíduos mais velhos que são alvo desses estereótipos. A pesquisa redirecionada mostrou que estereótipos de idade positivos e negativos mantidos por indivíduos mais velhos podem ter efeitos benéficos e prejudiciais, respectivamente, em uma variedade de resultados cognitivos e físicos. Baseando-se nesses estudos experimentais e longitudinais, uma teoria de incorporação de estereótipos é apresentada aqui. Ela propõe que os estereótipos são incorporados quando sua assimilação da cultura circundante leva a auto-definições que, por sua vez, influenciam o funcionamento e a saúde. A teoria tem quatro componentes: Os estereótipos (a) se tornam internalizados ao longo da vida, (b) podem operar de forma inconsciente, (c) ganham saliência da auto-relevância e (d) utilizam múltiplos caminhos. A mensagem central da teoria, e da pesquisa que a apoia, é que o processo de envelhecimento é, em parte, uma construção social.
Becca R. Levy (Ter,) estudou essa questão.
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