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Resumo Riemann, O. e Ahlrichs, W.H. 2009. A evolução do órgão terminal protonefridial em Rotíferos com ênfase particular em Dicranophorus forcipatus, Encentrum mucronatum e Erignatha clastopis (Rotíferos: Dicranophoridae). — Acta Zoologica (Estocolmo) 91 : 199–211 Nós reportamos sobre a ultraestrutura do órgão terminal protonefridial em três espécies de rotíferos dicranoforídeos (Dicranophorus forcipatus, Encentrum mucronatum e Erignatha clastopis). As diferenças entre as três espécies relacionam-se à forma e tamanho, à morfologia da região filtrante e ao número de microvilosidades e cílios dentro do órgão terminal. Uma comparação entre Rotíferos indica que os órgãos terminais em D. forcipatus exibem um número de caracteres plesiomórficos, mas são modificados em E. mucronatum e Er. clastopis. Isso está de acordo com os resultados das análises filogenéticas que sugerem uma posição basal de D. forcipatus em comparação com as espécies mais derivadas E. mucronatum e Er. clastopis. Além disso, revisamos dados disponíveis sobre o órgão terminal em Rotíferos e discutimos suas transformações evolutivas. O órgão terminal protonefridial no ancestral comum dos Rotíferos consistia em um cilindro citoplasmático com cílios unidos em uma chama vibrátil e um único círculo de microvilosidades circunciliares. Dependendo da topologia na qual os caracteres são otimizados, o local de ultrafiltração foi formado por colunas citoplasmáticas longitudinais atravessadas por um fino diafragma de filtro ou por poros na parede do órgão terminal. Em vários táxons de Rotíferos, o órgão terminal – provavelmente de forma independente – perdeu suas microvilosidades circunciliares.
Riemann et al. (Ter,) estudaram essa questão.
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