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Esta opinião atual fornece uma visão geral da disciplina emergente da epidemiologia do exercício de fortalecimento muscular. Primeiro, definimos exercício de fortalecimento muscular e discutimos sua inclusão recente nas diretrizes globais de atividade física, que historicamente foram focadas principalmente na atividade física aeróbica (caminhada, corrida, ciclismo, etc.). Em segundo lugar, fornecemos uma visão geral das evidências clínicas e epidemiológicas atuais sobre as associações entre o exercício de fortalecimento muscular e a saúde, mostrando um risco reduzido de mortalidade e resultados benéficos para a saúde cardiometabólica, musculoesquelética, funcional e mental. Em terceiro lugar, descrevemos as últimas pesquisas epidemiológicas sobre a avaliação, prevalência, tendências e correlações do exercício de fortalecimento muscular. Uma visão geral das estimativas populacionais recentes sugere que a proporção de adultos que atendem às diretrizes atuais de exercício de fortalecimento muscular (10-30%; ≥ 2 sessões/semana) é muito menor do que a de adultos que relatam atender às diretrizes de exercício aeróbico (~ 50%; ≥ 150 min/semana). Em quarto lugar, discutimos a complexidade da promoção do exercício de fortalecimento muscular, destacando a necessidade de estratégias concomitantes, coordenadas e em múltiplos níveis para aumentar a adesão dessa modalidade de exercício em nível populacional. Por fim, exploramos lacunas e estratégias de pesquisa fundamentais que avançarão o campo da epidemiologia do exercício de fortalecimento muscular. Nosso objetivo é defender uma ênfase maior no papel do exercício de fortalecimento muscular na prevenção de doenças crônicas e, mais importante, estimular mais pesquisas nesta área atualmente pouco estudada da epidemiologia da atividade física.
Bennie et al. (Qua,) estudaram esta questão.
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