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A osteoporose, uma doença crônica que resulta em baixa massa óssea com um risco aumentado de fraturas por fragilidade, é prevalente em adultos mais velhos. A dieta pode prevenir ou reduzir a gravidade da osteoporose. O objetivo deste estudo transversal foi avaliar as diferenças na dieta, qualidade de vida, saúde autoavaliada e função física entre participantes de refeições congregadas com e sem osteoporose. Os dados foram obtidos de uma pesquisa telefônica, 10ª Pesquisa Anual Nacional de Participantes da Lei dos Americanos Mais Velhos, uma amostra representativa de frequentadores de refeições congregadas em todo os Estados Unidos. (N = 888). A osteoporose estava presente em 20% dessa população. Participantes com osteoporose, em comparação com aqueles sem, relataram que sua saúde física limitava atividades moderadas (31,5% vs. 18,9%, p = 0,026), subir escadas (32,2% vs. 22,8%, p = 0,032), e compras (27,4% vs. 15,3%, p = 0,018). Mais da metade dos participantes consumiu menos do que as porções recomendadas de laticínios, carne, grãos e frutas/vegetais, independentemente do estado de osteoporose. Participantes com osteoporose tiveram saúde autoavaliada mais baixa e mais limitações físicas do que pessoas sem osteoporose. Embora as refeições congregadas sejam uma forma de melhorar a ingestão nutricional, métodos adicionais para melhorar a nutrição (incluindo educação) podem ser benéficos, uma vez que a desnutrição é uma preocupação nesta população.
Huffman et al. (qui,) estudaram essa questão.