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Devido à formação de excímeros durante a auto-organização, os espectros de fotoluminescência (PL) de moléculas isoladas e agregadas de oligo(p-fenileno vinileno) substituídas por ciano (cyano-OPV) podem ser muito diferentes. Com o objetivo de criar elastômeros autoavaliativos, que mudam reversivelmente sua cor PL em função da deformação aplicada, os cyano-OPVs foram usados aqui como sensores de deformação integrados em poliuretanos termoplásticos (TPUs). Misturas binárias de um TPU comercial e 0,05-0,4% p/p de vários cyano-OPVs foram preparadas por processamento em fusão. O comportamento de fase e as características de emissão desses materiais foram fortemente influenciados pela estrutura química do cromóforo, pela composição da mistura e pelo protocolo de processamento. No entanto, apenas uma modesta mudança de cor PL foi observada durante a deformação dessas misturas. Também foi investigada a incorporação covalente de 1,4-bis(α-ciano-4-(12-hidroxidodecóxido)estireno)-2,5-dimetoxibenzeno em TPUs baseados em poli(glicol de tetrametileno), butanodiol e 4,4'-metileno-bis(isocianato de fenila). A composição do TPU foi sistematicamente variada, e a composição foi relacionada à resposta PL do material. Essa abordagem resultou em TPUs que, em seu estado relaxado, exibem predominantemente emissão de excímero e apresentam uma mudança significativa de cor PL durante a deformação. Essa resposta mecanocrômica foi amplamente reversível e refletiu as curvas de tensão-deformação dos materiais.
Crenshaw et al. (Sex,) estudaram esta questão.