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Após destacar por que uma revisão sistemática da pesquisa em instrução em inglês (EMI) no ensino superior (HE) é urgentemente necessária, situamos brevemente o fenômeno EMI, que cresce rapidamente, no campo mais amplo da pesquisa em que conteúdo e linguagem têm sido considerados e comparamos os resultados de pesquisa do ensino superior com aqueles de outras fases da educação. Uma revisão detalhada de 83 estudos em HE documenta o crescimento da EMI em diferentes áreas geográficas. Descrevemos estudos que investigaram as crenças de professores universitários e as de alunos antes de tentar sintetizar as evidências sobre se o ensino de disciplinas acadêmicas por meio da língua inglesa como segunda língua (L2) é benéfico para o desenvolvimento da proficiência em inglês, sem um efeito prejudicial na aprendizagem de conteúdo. Concluímos que os principais interessados têm sérias preocupações em relação à introdução e implementação da EMI, apesar de às vezes reconhecerem sua inevitabilidade. Também concluímos que as evidências de pesquisa até o momento são insuficientes para afirmar que a EMI beneficia a aprendizagem de idiomas ou que é claramente prejudicial à aprendizagem de conteúdo. Também há poucos estudos demonstrando, por meio do discurso em sala de aula, o tipo de prática que pode levar a resultados benéficos. Argumentamos que essa insuficiência se deve em parte a problemas de metodologia de pesquisa, tanto em nível micro quanto macro.
Macaro et al. (Tue,) estudaram essa questão.
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