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O estudo no exterior antes da faculdade em países de língua inglesa é uma estratégia educacional cada vez mais popular entre famílias asiáticas. Utilizamos o método da teoria fundamentada para construir um modelo do processo de ajuste cultural para menores desacompanhados com base nas narrativas retrospectivas de 10 (8 do sexo masculino) adolescentes sul-coreanos que vieram para os Estados Unidos, desacompanhados dos pais, para frequentar escolas de ensino fundamental ou médio. Descobrimos que o ajuste cultural dos menores desacompanhados progrediu desde a ambivalência antes da partida para um senso inicial de vulnerabilidade até um eventual senso de reengajamento. O senso de vulnerabilidade pervasivo dos estudantes menores ao chegarem foi intensificado não apenas pela falta de fluência em inglês, mas também pela relutância em buscar o apoio dos pais na Coreia e de colegas coreanos locais. Este estudo tem implicações para educadores e conselheiros em escolas secundárias que trabalham com estudantes internacionais que são menores desacompanhados.
Kim et al. (Mon,) estudaram essa questão.