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A comunicação do conhecimento científico tem se enredado em uma luta pedagógica entre ideologias de letramento científico. O papel secundário da educação dos aspectos filosóficos e sociológicos da ciência tem sido criticado por aqueles que clamam por uma visão mais ampla da ciência a ser tornada pública sob o termo genérico “letramento científico crítico”. Neste artigo, argumentamos que a falta de ciência inacabada em museus — ciência ainda em elaboração ou ainda sendo debatida — é um caso paradigmático onde a visão mais rica e completa da ciência está sendo negada devido à apresentação da ciência como um conjunto de fatos terminados e objetivos. Argumentamos que a ciência inacabada nos oferece a oportunidade de apresentar toda a complexidade da ciência, incluindo seus aspectos sociais e filosóficos, e assim possibilitando o “crítico” do letramento científico crítico.
Hine et al. (Qui,) estudaram essa questão.