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Muitos vírus transmitidos pelo ar mostraram ser sensíveis à umidade ambiente, no entanto, os mecanismos responsáveis por este fenômeno permanecem elusivos. Revisamos múltiplas hipóteses, incluindo atividade da água, inativação superficial e toxicidade do sal, que podem explicar a associação entre umidade e viabilidade de vírus em aerossóis. Avaliamos as evidências e limitações para cada hipótese com base nas descobertas da virologia, ciência dos aerossóis, química e física. Além disso, hipotetizamos que mudanças no pH dentro do aerossol, induzidas pela evaporação, podem desencadear mudanças conformacionais nas glicoproteínas de superfície de vírus envelopados e, subsequentemente, comprometer sua infectividade. Essa hipótese pode explicar as respostas diferentes de vírus envelopados à umidade. Os mecanismos precisos que sustentam a relação permanecem em grande parte não verificados, e obter uma compreensão completa deles exigirá uma abordagem interdisciplinar.
Yang et al. (Sun,) estudaram esta questão.