Cuidadores espirituais reconheceram o perdão como benéfico, mas notaram desafios - logísticos, culturais e pessoais - que dificultam conversas diretas. Como resultado, muitas vezes adotam uma abordagem sutil e indireta, utilizando rituais e escuta atenta para abordar o perdão com pacientes próximos ao final da vida.
Parés et al. (Qui,) estudaram esta questão.