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A teoria da socialização é uma fonte negligenciada de explicações para a cooperação nas relações internacionais. O neorrealismo trata a socialização (ou seleção, mais propriamente) como um processo pelo qual não-equilibradores autistas são eliminados do sistema internacional anárquico. Institutionalistas contratuais ignoram ou minimizam as possibilidades de socialização em instituições internacionais em parte devido às dificuldades em observar mudanças nos interesses e preferências. Para os construtivistas, a socialização é um conceito central. Mas até agora, tem sido pouco teorizada, ou mais precisamente, os microprocessos de socialização geralmente foram deixados sem exame. Este artigo foca em dois microprocessos básicos na teoria da socialização—persuasão e influência social—e desenvolve proposições sobre as condições sociais sob as quais se poderia esperar observar cooperação em instituições. As teorias da socialização levantam questões tanto para as fundações estrutural-funcionais das hipóteses institutionalistas contratuais sobre design institucional e cooperação, quanto para noções de tamanho ótimo de grupo para ação coletiva.
Alastair Iain Johnston (Sábado) estudou essa questão.