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Desde a sua introdução na década de 1970, a tomografia computadorizada (TC) revolucionou a tomada de decisões diagnósticas. Uma das principais preocupações associadas ao uso generalizado da TC é a maior exposição à radiação incorrida pelos pacientes. A relação entre radiação ionizante e o subsequente desenvolvimento de neoplasia tem sido amplamente baseada na extrapolação de dados de estudos de sobreviventes das bombas atômicas lançadas no Japão em 1945 e nas avaliações do aumento do risco relativo de neoplasia em aqueles expostos ocupacionalmente à radiação na indústria nuclear. No entanto, a associação entre exposição à radiação em baixa dose proveniente de exames de imagem diagnóstica e a oncogênese continua incerta. Com o avanço da tecnologia, melhorias significativas já foram alcançadas em relação à redução da dose de radiação. Existem várias estratégias de otimização de dose disponíveis que podem ser prontamente empregadas, incluindo a omissão de imagens desnecessárias no final das séries adquiridas, a minimização do número de fases adquiridas e o uso de controle automatizado de exposição em vez de técnicas de corrente fixa do tubo. Além disso, novas técnicas de reconstrução de imagem que reduzem a dose de radiação foram desenvolvidas nos últimos anos com resultados promissores. Essas técnicas utilizam algoritmos de reconstrução iterativa para obter imagens de qualidade diagnóstica com menor ruído de imagem em doses de radiação mais baixas.
Power et al. (Sex,) estudaram essa questão.