Key points are not available for this paper at this time.
Foi hipotetizado que um modelo interno está envolvido no controle e reconhecimento das próprias ações (atribuição de ação). Isso resulta de um processo de comparação entre o feedback sensorial previsto da ação e suas consequências sensoriais reais. O objetivo do presente estudo é distinguir a respectiva importância de dois parâmetros de ação (tempo e direção) em tal julgamento de atribuição. Usamos um dispositivo que permite a introdução de discordância entre os movimentos realmente realizados e o feedback sensorial exibido em uma tela de computador. Os participantes foram convidados a julgar se estavam vendo 1) seus próprios movimentos, 2) seus próprios movimentos modificados (deslocados espacial ou temporalmente), ou 3) os de outro agente (ou seja, o experimentador). Na verdade, em todas as condições, eles estavam apenas expostos aos seus próprios movimentos, seja inalterados ou modificados por diferentes quantidades em espaço ou tempo. Os movimentos só foram atribuídos a outro agente quando havia uma alta discordância espacial entre os movimentos das mãos dos participantes e o feedback sensorial. Este estudo é o primeiro a mostrar que a direção dos movimentos é uma característica cardinal na atribuição de ação, enquanto as propriedades temporais dos movimentos desempenham um papel menos importante.
Farrer et al. (Ter,) estudaram essa questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: