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A giroemissão amplificada direta devido a uma distribuição anisotrópica de elétrons supratermais é proposta como o mecanismo de emissão mais plausível para a radiação decamétrica de Júpiter (DAM) e a radiação kilométrica auroral terrestre (AKR). Sugere-se que a distribuição de elétrons necessária pode ser produzida por elétrons, inicialmente com pequenos ângulos de inclinação, precipitando da magnetosfera. Um tratamento quase-linear do mecanismo proposto é delineado, incluindo a satisfação da condição de Doppler, o cálculo da taxa de crescimento, condições para relaxamento quase-linear e geração da anisotropia. O mecanismo é aplicado ao DAM joviano, enfatizando a taxa de crescimento, a potência irradiada e a polarização elíptica da radiação. Constatou-se que a teoria pode explicar as características gerais do DAM, desde que a densidade numérica nos fluxos de elétrons precipitantes exceda 20 por cm cúbico. A aplicação da teoria ao AKR mostra que os requisitos relacionados às propriedades dos elétrons precipitantes parecem ser atendidos pelas propriedades observadas daqueles eventos em V invertido que correlacionam com a emissão do AKR.
D. B. Melrose (Qui,) estudou essa questão.