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Os efeitos do input negativo para 13 categorias de erro gramatical foram avaliados em um estudo longitudinal de discurso adultocriança naturalista. Amostras de interação conversacional de duas horas foram obtidas em dois momentos, separados por um intervalo de 12 semanas, para 12 crianças (idade média de 2;0 no início). Os dados foram interpretados dentro da estrutura oferecida pela teoria do contraste de input negativo de Saxton (1997, 2000). O input corretivo foi associado a melhorias subsequentes na gramaticalidade da fala da criança para três das estruturas-alvo. Nenhum efeito foi encontrado para duas formas de input positivo: modelos não contingentes, onde o adulto produz estruturas-alvo em contextos não contingentes de erro; e modelos contingentes, onde formas gramaticais seguem usos gramaticais da criança. Os achados sustentam a visão de que, em alguns casos pelo menos, a estrutura do discurso adultocriança fornece informações sobre os limites da gramaticalidade para a criança em fase de aquisição da linguagem.
Saxton et al. (Mon,) estudaram essa questão.