Há evidências sólidas de que a proatividade, definida como ação auto-iniciada e focada no futuro para mudar a si mesmo ou a situação, pode beneficiar positivamente indivíduos e organizações. No entanto, esse modo de agir pode, às vezes, ser ineficaz ou ter consequências negativas. Buscamos entender quais fatores moldam o efeito da proatividade em resultados a nível individual. Com base em uma revisão de 95 artigos, identificamos três categorias de fatores que mitigam ou exacerbam a eficácia do comportamento proativo: considerações de tarefa e estratégia (por exemplo, julgamento situacional), considerações sociais e relacionais (por exemplo, ter um líder aberto) e considerações de auto-regulação (por exemplo, orientação para aprendizado). Em seguida, extrapolamos a partir dessa revisão e nos baseamos em teorias psicológicas da sabedoria para sugerir que os indivíduos podem ser mais ou menos "sábios" nas metas proativas que estabelecem e em como buscam essas metas. Por fim, identificamos direções para pesquisas futuras que decorrem da noção de proatividade sábia.
Parker et al. (Quarta-feira,) estudaram essa questão.
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